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Este tal de Legal Design

Artigo Enlighten Escrito por:

Este tal de Legal Design

Desde o ano de 2001, nós temos construído por aqui, pontes entre Direito e Tecnologia. A expressão “LEGAL DESIGN” que é cunhada nos Estados Unidos tornou-se modismo desde o ano de 2018, com a explosão do movimento de profissionais e empreendedores que buscam auxiliar tarefas entre pontes de inovação, através de ferramentas de tecnologia em Departamentos Jurídicos ou escritórios.

É Design porque envolve espaço criativo e aplicação de técnicas de Design Thinking para alcançar objetivos.

É Legal, porque é centrada na experiência do usuário-jurídico, que consumirá os dados, fluxogramas e demais orientações da inovação para Advogados feito por Advogados.

Os Legal Designers sempre existiram; não com este nome, é verdade.

Naturalmente, a advocacia exige espaço criativo, inclusive na administração e operacionalização da burocracia brasileira.

Os Gestores Jurídicos podem compartilhar deste sentimento corajoso, porque desde sempre, enfrentam rotinas anuais de “fazer mais com menos”.

Eu me lembro de já ter contribuído, desde os meus estágios até aos cargos de gestão, com inúmeras melhorias em sistemas prontos e instalados, a ter a oportunidade de escolher um sistema e encontrar os melhores caminhos de fazer bem feito e com diálogo entre atores e áreas.

Como não se pretende agradar gregos e troianos, há muito ruído nessa comunicação, disputas de áreas e por isso a experiência externa (de uma consultoria, por exemplo), pode contribuir em calibrar ânimos, que se exaltam por outros fatores inerentes a operação de um Departamento Jurídico.

O Legal Design pode (e deve) ser feito pelo próprio advogado da empresa/escritório?

Não tenho dúvida que sim.

No entanto, investir tempo e recurso nesta opção de trabalho, envolve em deixar a verdadeira operação da empresa que contrata o advogado. O resultado de escolher uma boa causa nem sempre é o resultado que uma companhia espera de você, Gestor.

Sobre o perfil profissional de um Legal Design?

Há quem diga que é aquele que não gosta muito do Direito. Há quem diga que deve gostar de tecnologia. Há quem diga que é um mix dos dois. Há quem peça mais. Faça um curso caro, vá ao Vale do Silício… etc… e etc…conheça Ciclano, Beltrano, veja com o Papa Francisco…

Não acho nada disso. Acho que um Legal Designer é o profissional que quer fazer design e arquitetura de dados e processos com inovação e alguma tecnologia e pronto! No Big Deal!

Eu acredito em somatização de experiências. Logo, Legal Design precisa gostar de Direito e sua tecnicidade, deve ter boa formação acadêmica, especializações em Direito, quem sabe um Mestrado e até um Doutorado. Por que não?!

Ah… Legal Design não vende sistemas jurídicos, ok? Isso é importante! tem diferença…

Também devem gostar de criar, de inovar, com responsabilidade. Não pode ser uma Dolly do filme “Procurando Nemo” ou reproduzir a filosofia de Gabriela (“…eu nasci assim, eu cresci assim, Gabriela…”). Tem de ter algo de facilitador. Apaziguador.

Mas acho que um dos principais requisitos é: Não confundir tecnologia com inovação. Se vai comprar um novo sistema é porque é necessário. Se o anterior é funcional, proponha conserto!

Desde 2001 sentia-me um pioneiro neste negócio. Lembrei de um advogado que fiz estágio, saudoso Dr. Ricardo. Eu comentava alguma coisa sobre tecnologia e ele acreditava que eu deveria desmontar o computador dele e trocar as peças (as vezes eu o fiz).

Mas amo o Direito, sempre amei. Sempre amei inovar. Sempre amei tecnologia, Por que não reunir todos e criar uma empresa? Porque era caro, era jovem e tinha de ter experiência.

O tempo passou e estou aqui no clube das 5 da manhã (virou moda acordar cedo, também… e até livro…), escrevendo para alguém que sente-se desafiado a fazê-lo.

Abri uma consultoria. Refiz o plano de negócios algumas vezes. Devo fazer ainda mais algumas. Não é errado mudar, inquietar-se. Se dá certo? Acredito que sim, mas trabalhamos bastante.

No plural, porque há uma equipe de Legal Designers, Desenvolvedores (sim, existe para serviços, está bem?), Assistentes e um time inteiro na @Enlighten respirando isso e outras coisas também, todas direcionadas ao Jurídico.

Se eu pensava em ser empreendedor? Não. Eu queria ser um Juiz de Direito. Mas me parece que, dá certo ser assim também.

Se eu ainda estudo? Muito. Minha qualificação e acesso aos títulos de Direito estão em pleno vapor.

Eu lerei isso daqui alguns anos, com certeza. Eu costumo ler coisas antigas que eu mesmo escrevo.

Acho que tudo isso é Design. Tudo isso é Direito. E tudo isso, é um pouco do meu universo.

Deixo à vontade para críticas. elas virão. Julgamentos, dúvidas, pensamentos bons e ruins. It is what it is.

Erudição e Inovação não combinam? Não sei… me parece que sim!

A Enlighten foi criada para todos os juristas, de qualquer nação e assunto. Nós somos um centro de excelência tecnológica auxiliando operações de gerenciamento para milhares de advogados ao redor do mundo.

Somos uma das mais respeitadas empresas de transformação digital para departamentos jurídicos e escritórios de advocacia.

Nós acreditamos que a tecnologia é caminho para todos e queremos contribuir para que você atualize sua forma de trabalhar atividades.

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